Tipos de pimenta: quais são e em quais preparações usar

1 ano atrás  Por  Equipe Natue     Sem Comentários

Pimenta

As pimentas são especiarias utilizadas por diversos povos desde o mundo antigo, e representam boa parte do segmento de condimentos, temperos e conservas. Além de conferirem um sabor especial às preparações, as pimentas são grandes aliadas da saúde. Quando consumidas dentro de uma dieta balanceada, junto com a prática de atividade física, colaboram para a perda de peso e prevenção de doenças associadas à obesidade.

Elas também ajudam a controlar o colesterol, têm ação anti-inflamatória, combatem a depressão, melhorando o humor e ainda podem prevenir o câncer, doenças cardiovasculares e crônicas devido à presença de agentes fitoquímicos.

O sabor das pimentas pode ser picante ou pungente, de acordo com o seu tipo. Elas são ricas em vitamina C, vitamina E, carotenoides e compostos fenólicos, chamados capsaicinoides.


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Pimenta ajuda a emagrecer

As pimentas, principalmente as de coloração avermelhada, são conhecidas pela sua ação termogênica. Esse tipo de alimento consome mais energia para ser digerido, induzindo o metabolismo a trabalhar em ritmo bem acelerado, o que aumenta a atividade do sistema nervoso, causando uma maior demanda por calorias e maior queima de gordura.

O componente ativo das pimentas responsável pela atividade termogênica é a capsaicina, importante por estimular a secreção dos líquidos digestivos e o bom funcionamento do trato gastrointestinal, favorecendo a sensação de bem-estar após as refeições. Essa substância também possui efeito protetor na mucosa gástrica e é responsável pelo sabor picante das pimentas.

Tipos de pimenta

Conheça os principais tipos de pimenta e suas propriedades:

Pimenta malagueta: possui alto teor de vitamina A, próximo ao da cenoura que é uma das principais fontes desse nutriente. Seus os frutos maduros têm coloração vermelha e são bem picantes. É muito utilizada na culinária brasileira, principalmente em pratos baianos, e na medicina popular.

Pimenta-dedo-de-moça: é a mais consumida no Brasil e, apesar de sua coloração bem avermelhada, é mais suave do que a pimenta malagueta. Pode ser encontrada fresca, em conserva ou desidratada (pimenta calabresa), muito utilizada em pratos italianos. 

Pimenta-do-reino: representa uma das especiarias mais antigas e mais utilizadas no mundo. A “rainha das especiarias” pode ser encontrada nas variedades verde, preta ou branca e possui sabor levemente picante. Pode ser usada em praticamente todas as preparações salgadas, sendo responsável por realçar o sabor dos pratos. Quando moída e misturada à preparações antes de servir, fica muito mais aromática e saborosa.

Pimenta caiena: constitui uma mistura de pimentas vermelhas secas (malagueta, dedo-de-moça e chifre-de-veado), muito empregada na culinária mexicana e tailandesa.

Pimenta biquinho: recebe esse nome por ser arredondada e estreita na ponta. É fonte de betacaroteno, um antioxidante que favorece a absorção das vitaminas A e C, e tem quantidades razoáveis de minerais, como sódio, cálcio, fósforo e magnésio. A pimenta biquinho vermelha tem sabor suave e é muito utilizada na culinária mineira, já a amarela tem sabor marcante que não arde na boca, por isso, é empregada em pratos doces e salgados.

Pimenta tabasco: tem forma alongada e pequena e é originada de uma pequena cidade mexicana com mesmo nome. Antes de amadurecer, tem coloração amarela, depois alaranjada e por fim vermelha. Apresenta sabor picante, sendo utilizada no preparo de peixes e saladas.

Pimenta doce: também conhecida como pimenta-de-cheiro, tem coloração amarelada quando madura. É típica na culinária nordestina, possui diversos formatos e cores e é utilizada para intensificar o aroma nos pratos, sem provocar ardência.

Contraindicações da pimenta

Apesar de não haver comprovação científica de que a pimenta provoca distúrbios digestivos, o recomendado é que pessoas que já apresentam quadros de gastrite ou úlcera evitem o consumo da pimenta. Além disso, a pimenta pode provocar irritações na camada interna dos vasos.

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Pimentas: mitos e verdades

Pimenta causa dor no estômago

Depende. A capsaicina ajuda a melhorar a digestão ao estimular a produção de secreções no estômago e ainda tem ação antiflatulência. No entanto, para pessoas com gastrite ou úlcera, a pimenta não é recomendada.

A pimenta melhora o humor

Verdade. A capsaicina estimula a liberação de endorfina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, portanto, a pimenta colabora para aumentar o bom humor.

A pimenta é um alimento afrodisíaco

Verdade. Ela possui princípios ativos responsáveis por melhorar a circulação sanguínea nas áreas erógenas, por isso, pode ser considerada um alimento afrodisíaco.

Pimenta causa hemorroida

Mito. A hemorroida pode ser causada pelo sedentarismo, dieta deficiente em fibras e infecções no ânus, sendo assim, a pimenta não provoca essa doença. No entanto, deve ser evitada por pessoas que apresentam hemorroida.


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